segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Viagem nº 015: Trilha da Gamboa (21 a 23 de março de 2008)

Neste feriado de Páscoa, resolvemos aproveitar a última oportunidade da temporada para visitarmos uma praia menos conhecida da cidade de Garopaba, chamada Praia da Gamboa.
É a última praia de Garopaba, quando se vai na direção Porto Alegre - Florianópolis. A saída da BR-101 é outra, que não a de Garopaba, mais adiante.
A vila de Gamboa fica na enconsta de um morro na curva de uma belíssima enseada. Nossa Pousada, chamada Paulo Groth fica nesta encosta:


A construção é verticalizada, junto a citada encosta, e de lá tem-se uma visão privilegiada de toda a praia:















Desfeitas as malas, e instalados nos empoleirados, simples porém confortáveis quartos, aproveitamos o bom tempo para nos dirigirmos a praia propriamente ditos, buscando o tostamento pessoal.
A distância víamos a praia da Guarda do Embaú e resolvemos caminhar, ao menos, parte do caminho, onde existem alguns afloramentes rochosos que alcançam o mar.
Dali conseguimos observar toda a costa, tendo ao fundo a Praia de Gamboa.
No outro dia, resolvemos fazer uma trilha muito desafiante: pelo costão de pedras resolvemos fazer a travessia desde Gamboa até a Praia de Siriú.
No café da manhã, obtivemos a informação de que no início do costão havia um trecho intransponível, pelo que começamos por "dentro" ou seja, pela mata, até atingirmos a costa por onde seguiríamos até Siriú.
O desafio foi intenso mesmo. Por diversas vezes precisamos da ajuda uns dous outros para passar por pontos incluinados e de altura elevada:

Eu mesmo, tive que usar parte de minha força para segurar uma pedrinha para que os outros pudessem passar em segurança.
Chegando em Siriú (já eram mais de 14:00), almoçamos e nos preparamos para o retorno, que resolvemos fazer pelo morro:
E não é que a trilha de volta nos apresentaria o maior desafio da aventura? quando já íamos nos aproximando do final da jornada, nos vimos numa sinuca de bico: a única passagem transponível por um brete na cerca de arame farpado estava interditada pela presença de 4 feras bovinas que aparentavam estar com sede de sangue:

Felizmente eu estava presente, e com minha presença máscula, espantei os monstrengos, garantidos a todos nós a chegada incólumes a nossa pousada.

Á noite, resolvemos fazer, numa área comum da pousada, um gauchesco churrasco, movido a fartas quantidades de álcool. Reparem na foto abaixo que eu, alternadamente com o Thiago, fiquei responsável pela parte musical. Abençoada cachaça!!!

Para concluir o feriado, durante a madrugada de domingo, a Lisana recebeu, no nosso quarto, a visita do coelhinho da páscoa. Mas que bicho mais esperto.

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