sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Viagem nº 007: Trilha em Criuva (08 e 09 de dezembro de 2007)

Organizei esta trilha para levar a Lisana e outros amigos para conhecer este lugar maravilhoso, chamado Criúva. Ele é um distrito de Caxias do Sul, ficando depois da cidade de São Marcos e além de proporcionar trilhas interessantíssimas, tem como receptivo a família Pante, da Casa Verde. Tratam-se de pessoas muito simpáticas, capitaneadas pela exuberante Cláudia, matriarca da família. Só conhecendo pra entender do que estou falando.
Quanto a trilha, chegamos lá no meio da tarde e fomos fazer uma curta trilha, costeando um afluente do Rio da Antas onde tomamos um banho revigorante e água da serra. Gelllaaaadddda!

Depois fomos até a Ponte Korff, que tem uma construção curiosa, parte pintada de vermelho e parte de branco. Acontece que, como o rio faz limite entre o município de Caxias do Sul e Campestre da Serra, cada município faz a manutenção a sua maneira, hehehe.

À noite fizemos uma atividade única, pelo que conheça, no estado. Uma trilha noturna. Trata-se de um trilha na mata, feita sem qualquer iluminação artificial, com ajuda de um fio guia, de arame.
No final da trilha uma janta campeira com direito a fogo de chão, café de chaleira, vinho, etc...
No domingo pela manhã, acordamos as 6:00 para fazermos a super desafiante trilha do caixão, dentro do cânion dos palanquinhos. Inicialmente percorremos a borda do cânion,

Descemos pelos "fundos" do cânion, um barranco íngreme:

Depois, retornamos, percorrendo o interior do cânion, subindo gradativamente a parte superior. Isto exige algum esforço, e com direito a imagens magníficas:

Após o retorno ao transporte, no caminho de volta aonda passamos no monumento aos Irmãos Bertussi, orgulho maior do povo de Criúva (tô falando do jardim, não da moça, que o MEU orgulho maior).
Voltamos ao final da tarde à Criúva chegando depois da meia-noite em Porto Alegre. Foi cansativo, mas valeu muito a pena.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Lista de Nossa Viagens (atualizado em 07-04-09)

001 - Trilha para Encantado (Eco.) - 18a19 de agosto de 2007
002 - Rappel no Eulália - Bento Gonçalves - 30 de setembro de 2007
003 - Trilha em S.J. dos Ausentes (Eco.) - 12a14 de outubro de 2007
004 - Trilha de aniversário - São Frco. de Paula - 21 de outubro de 2007
005 - Trilha em Ubirici (Eco.) - 02 de novembro de 2007
006 - Trilha em Canela (Eco.) - 25 de novembro de 2007
007 - Trilha em Criúva - 08a09 de dezembro de 2007
008 - Reveillon em Floripa - 28 de dezembro a 05 de janeiro de 2008
009 - Trilha em Ana Rech - 12a13 de janeiro de 2008
010 - Viagem a Rondinha - 27 de janeiro de 2008
011 - Trilha em Praia Grande - 02 a 05 de fevereiro de 2008
012 - Viagem a Laguna - 09a10 de fevereiro de 2008
013 - Viagem a Vale dos Vinhedos - 08e09 de março de 2008
014 - Trilha nos Trilhos e Túneis (Encantado) - 15 de março de 2008
015 - Trilha em Gamboa - 21a23 de março de 2008
016 - Viagem pra Canela e Gramado - 29a30 de março de 2008
017 - Trilha em Cotiporã - 19a21 de abril de 2008
018 - Trilha em Antônio Prado - 26a27 de abril de 2008
019 - Viagem a Curitiba - 30 de maio a 01 de junho de 2008
020 - Festiqueijo - 13 de julho de 2008
021 - Trilha em Criúva - 19 a 20 de julho de 2008
022 - Trilha em São Francisco de Paula - 27 de julho de 2008
023 - Viagem pra Carazinho - 01a03 de agosto de 2008
024 - Trilha em Cambará (Eco.) - 15a17 de agosto de 2008
025 - Férias em Itacaré (BA) - 13a20 de setembro de 2008
026 - Passeio em Ivoti - 27 de setembro de 2008
027 - Trilha de Aniversário - Caraá - 12 de outubro de 2008
028 - Viagem a Brasília - 31 de outubro a 02 de novembro de 2008
029 - Trilha em São Valentim/Bento Gonçalves - 08e09 de novembro de 2008
030 - Trilha 1 ano de namoro - Nova Petrópolis - 15e16 de novembro de 2008
031 - Trilha Sertão Santana (Pedras Abraçadas) - 23 de novembro de 2008
032 - Viagem a Santa Vitória do Palmar - 28a30 de novembro de 2008
033 - Viagem a Gramado (Natal Luz) - 20 de dezembro de 2008
034 - Ano-Novo em Laguna - 30 de dezembro a 04 de janeiro de 2009
035 - Trilha em Sertão Santana (Paredão da Figueira) - 17 de janeiro de 2009
036 - Férias em Laguna - 18a25 de janeiro de 2009
037 - Findi em Cidreira - 31 de janeiro a 01 de fevereiro de 2009
038 - Trilha em Candelária (Morro do Batucaruí) - 14e15 de fevereiro de 2009
039 - Carnaval em Ausentes - 21a24 de fevereiro de 2009
040 - Trilha no Panelão (Nova Petrópolis) - 22 de março de 2009
041 - Trilha em Morro Reuter - 05 de abril de 2009
042 - Páscoa no Farol de Sta. marta - 09a12 de abril de 2009
043 - Balonismo em Torres - 17a19 de abril de 2009
044 - visita a Caxias do Sul - 25e26 de abril de 2009
045 - Trilha em Jacinto Machado - 01a03 de maio de 2009
046 - Buenos Aires c/ Heaven & Hell - 07a10 de maio de 2009

quarta-feira, 4 de março de 2009

Viagem n.º 020 - Festiqueijo em Carlos Barbosa

Organizada pelo Paulo Soave e pela Karina, através da PAS Turismo (não procurem no google, esta empresa é fictícia, hehehe), esta viagem podemos classificar como excursão (acrescentaria excursão gastronômico-cachaçônica) . Encontramos o microônibus contratado pela PAS Turismo ao lado do Shopping Bourbon Ipiranga e nos dirigimos direto para a Festiqueijo. 


A Festiqueijo é uma festa que acontece anualmente (durante o mês de julho) em Carlos Barbosa, município do RS, distante em 104 km de Porto Alegre. 

A estrela da festa é claro é o queijo, onde diversos produtores pequenos e grandes expõem e degustam seus produtos. Mas nem só de queijo vive a Festiqueijo. Lá encontramos amostras de frios, vinhos, refris. Eu arriscaria a dizer que a degustação de vinhos e espumantes é um destaque também, afinal devem ser mais de 20 estandes das mais diversas marcas de vinho - algumas bem conceituadas como a casa Valduga. A organização também providencia alguns comes: pastel (advinha o sabor?!), grostolis, frango assado (isto mesmo, coxas e sobrecoxas de frango assado para comer na mão), polenta frita e outras gostosuras (pepinos em conserva fatiados, salsichão...).


O ingresso era de R$ 43 e quem entra, fica até o tempo que aguentar. Isto porque no pavilhão, não é permitido sentar, não há cadeiras e nem no chão pode. Este é o ponto fraco, mas entende-se o porquê (é mesmo - se deixar o pessoal sentar, ninguém sai dali, hehehe).Isso não impediu que alguns fracotes, fingindo posar para um fotografia, tentassem burlar a proibição, tsc, tsc). 


Destaco o stand da Santa Clara, o mais procurado, o maior e é certo que um dos mais gostosos. 

Outro ponto importante é a banda que tocava no lugar. No mínimo, hilário. (sorte tua que tem bom humor. pra mim aquela banda ali é pra espantar o pessoal, porque poucos são os que aguentam aquela barulheira por muito tempo)
Eu e o Edu cumprimos toda esta maratona, com direito a várias voltas pelos stands. Saímos do pavilhão depois de umas 3h aproveitando tudo e mais um pouco.
O Edu tinha pesquisado alguns lugares para passearmos e fomos caminhando até Parque Leandro Guerra. Um lugar bem arborizado no meio da cidade, com algumas trilhas rápidas e sinalizadas. 

Esta caminhada nos ajudou a curar o pileque do vinho e espumante!!

Retornando aos arredores da sede do evento, onde pude tirar uma foto com a realeza da festa
Alguns companheiros resolveram fazer compras na loja da Tramontina que tem a sua sede neste município. A volta para Porto Alegre foi embalada num soninho enquanto o Edu escutava o jogo do Grêmio x Portuguesa. Para alegria de dele, 2x1 para o Grêmio.

Nota do passeio: 8.

Viagem n.º 006 - Canela (Parque da Ferradura)

Esta foi a primeira trilha que eu e o Edu fizemos como namorados. E foi bem legal.

A organização foi realizada através do grupo Ecocaminhantes. O clima não ajudou muito e neste dia estava chovendo, um pouco frio e com uma espessa neblina. A programação inicial era ao final da trilha fazermos um churipan, mas como o tempo estava ruim, isto não se concretizou, infelizmente.

Tivemos a companhia dos nossos amigos Juliano, Margareth, Alexandre e Isa e foi onde conhecemos o Carlinhos Bacchi. Além é claro dos fundadores dos Ecos.

Chegando em Canela, nos dirigimos diretamente para o Parque da Ferradura. O parque é bem bacana e tem uma estrutura para quem quer passar o dia com quiosques com churrasqueiras e banheiros limpos e equipados.
A trilha é bem demarcada, com indicação das direções a seguir. O percurso iniciou num platô, onde podemos observar todo o vale que abrange o parque. Ou poderíamos enxergar, pois com a cerração só víamos o branco.
Iniciamos a descida com bastante cuidado, pois com a chuva o chão estava molhado e escorregadio. No final, a trilha fica mais fechada de mato e aumenta a dificuldade, precisamos nos agarrar nos troncos das árvores. O ponto final é embaixo da Cachoeira da Caçador. Acredito que este percurso é de 4 km.





















Notem abaixo a felicidade da Lisana ao meu lado (será que era a minha vestimenta?)

Na volta, ocorreu tudo tranquilamente. O retorno foi realizado por outro trajeto, mas também é bem sinalizado e fácil. De volta à sede do parque, fomos até os mirantes de onde é possível avistar a "ferradura".












A confraternização foi realizada no Cantina Coelho em Canela. Destaque para o músico do local (é brincadeira né, paixão? o músico foi contratado pela cantina para espantar os consumidores o mais rapidamente possível. É cobrado por cabeça, então quanto o mais rápido as pessoas abandonarem o local, melhor para os donso, hehehe) , fora isto é uma boa comida básica de serra (massas).
O resto era voltar para Porto Alegre, ainda a tempo de curtir um cineminha.

Minha nota para a trilha: 6. (concordo. com tempo bom é uma barbadinha indicada para qualquer pessoa)

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Viagem nº 038 - Candelária (14e15 de fevereiro de 2009)

A idéia pra esta trilha surgiu da Leitura do livro "Aventura no topo da Africa" de autoria de Airton Ortiz. No referido livro, o autor (do qual li e gostei de todas as obras) diz que treinou para subir ao Monte Kilimanjaro subindo o Monte Botucaruí, em Candelária.
Algumas Googladas e já havia achado várias informações sobre a cidade e destinos ecoturísticos lá, inclusive encontrei a operadora de turismo de aventuras Rota Aventuras, com a qual acertei um roteiro interessante para conhecer as trilhas da região.
Aproveitei o momento também para "tirar meu selo" de acampamentos. Nunca havia acampado antes e, sob a pressão de alguns amigos e a promessa de apoio total da Lisana, organizei este roteiro prevendo duas hipóteses de estadia: camping ou hotel.
Enviado os emails e talicoisa, fechamos o grupo com 13 pessoas, sendo 9 campistas e 4 hoteleiros.
Saímos de Porto Alegre no sábado pela manhã, chegamos a Base Operacional do Rota Aventuras e saímos para nossa primeira trilha, a subida ao Monte Botucaruí.
Apesar de ter uma altitude relativamente baixa (576 m), trata-se do mais alto pico isolado do RS, tendo em vista não estar incrustado numa cadeia de montanhas.
Fomos levados por um Micro-ônibus até o sopé do morro e efetuamos uma subida bem íngreme até o o topo do morro.

Por graça de Deus toda a subida foi feita em área fartamente arborizada o que, além de nos premiar com resfrascante sombra, nos forneceu pontos de apoio em raízes e caules. (nossa, a lomba da Lucas é fichinha para esta subida. muito íngrime e perfeita para o nosso treinamento de Machu Pichu. várias paradas no caminho para recuperar o fôlego, mas chegamos ao destino. Lá de cima pode-se ver um ângulo de 360º da região, de um lado a serra e de outro os campos. impressionante. e a localização isolada do Morro, também é supreendente, pois de qualquer ponto da cidade ele pode ser avistado.)


(foto panorâmica de cima do Morro Batucaruí)
Chegando ao topo, pudemos nos deleitar com vistas amplas e belas em várias direções.



Durante o percurso, nosso guia - Júnior, nos contou várias histórias e lendas sobre um monge/ermitão que teria habitado este morro. No seu topo, após comermos nosso lanche de trilha e recuperarmos nosso fôlego, conheçemos um poço meio sorumbático que, alegadamente, seria a entrada para um atalho à base do morro. (segundo a lenda, os escravos que ajudavam o monge diziam que ele chegava muito rápido ao topo e que só poderia ser possível se ele atalhasse pelo tal poço. quem duvida??)


(foto do famoso poço)

Também conheçemos a pedra da chaminé, também chamada de "Pedra da Coragem", uma vez tratar-se de um "lasca" de pedra, distante um metro e meio do topo do morro. Caso o corajoso não consiga superar o citado vão, cai numa fenda de mais de 50 metros de altura - só para corajosos mesmo, hehehe.


A descida me pareceu ainda mais desafiadora, mas muito legal. Voltamos pra sede da operadora e partimos dali, a pé, em direção a um trilha histórico cultural. A Lisana não nos acompanho devido a estar sentindo um pouco de dor no joelho, resquício da lesão no menisco e da cirurgia do fim de 2008.
Percorremos trecho de uma estrada construída no tempo do império, que seria utilizada por tropeiros para transporte de gado entre outros.



Ao conhecer uma tal cruz de pedra, tomamos conhecimento da história do biriva (o que será isto? um nome? uma profissão?) que num acidente ao cair do cavalo teria quebrado a perna e, sem poder fugir, teria sido devorado por uma onça e seus 3 filhotes.
Depois de um trecho em estradas vicinais chegamos a Ponte do Império, construída em 1879 (foto abaixo) e voltamos para a base operacional.



Seria o momento de montarmos nossa barraca antes da noite cair para podermos ir jantar na cidade. Porém minha querida namorada, que havia ficado na sede, já havia feito isto, facilitando o trabalho de um principiante como eu.


Após todos terem montado suas barracas e do banho purificador, fomos até o núcleo urbano de Candelária (a uns 25 km do camping) para jantarmos numa pizzaria indicada pelos guias e de nome Germânia.

Lá presenciamos o papelão do Daniel Cruel que ficou garganteando que precisaria de uma pizza grande inteira só para ele, enquanto outros dividiam uma pizza grande entre 4 pessoas. Ao fim e ao cabo, o rapaz só conseguiu liquidar 45% da pizza. Um fiasco!!!
De volta ao camping fomos dormir, ou ao menos tentar dorm ir né? E não falo das instalações, que graças ao clima ameno e a habilidosa montagem da Lisana estavam em ótimas condições. O problema foi nosso amigo Daniel Barreto que parecia um serrote em pleno uso quando roncava.



Na manhã seguinte retornamos à base operacional para a última trilha em que descemos parte da Serra do Botucaruí, de onde podemos avistar, ao longe, o Morro do Botucaruí propriamente dito que havíamos "escalado" no dia anterior. O caminho tinha 8 km e era repleto de descidas bastante desafiadoras em virtude do chão estar coalhado de pequenos seixos instáveis além de limo.



(ponto alto da trilha é o trajeto de ida, tranportados por uma kombi, subimos toda a Serra do Botucaraí e avistamos vários montes e vales belíssimos. no meio do trajeto a kombi furou o pneu e iniciamos a caminhada antes, mas o veículo recuperou-se e nos resgatou no meio do caminho. esta trilha é bastante puxada em virtude das descidas. uma pena, pois a preocupação em não se machucar é grande e acaba-se não curtindo muito a paisagem. bastante curioso é que numa parte do percurso podemos ver à distância o Monte Botucaraí ao fundo. bem bacana. no final da trilha, calor nos castigou bastante.)


foto do grupo com o morro ao fundo

Voltamos a base, desmontamos a barraca e tomamos rumo da "capitar", mas nãos em antes nos despedirmos de um grupo bem divertido, parceiro e bem disposto.
Um grande abraço ao pessoal da Rota Aventuras, obrigada pela hospitalidade da "casa" de vocês e com certeza a volta é garantida. Quem sabe um rapel ou rafting.

Nossa nota para esta viagem é 8.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Viagem nº 004 - Trilha de aniversário - Pqe das 8 Cachoeiras (21-10-07)

Duas semanas depois da tentativa, frustada pelo mau tempo, de fazer minha trilha de aniversário, partimos, num domingo pela manhã para São Francisco de Paula para comemorar a passagem dos meus 38 anos, acompanhados de 06 estimados amigos.







(ao lado todos nós prestes a entrar na trilha, prontos pra aventura).


O meu objetivo era alcançar a última e mais longínqua das cachoeiras do Parque das 8 Cachoeiras: Gêmeas Gigantes!! 5 horas de caminhada.

Como não poderia deixar de ser a aventura teve suas dificuldades, inclusive com direito a alguns pequenos acidentes, todos sem maiores consequências:



Acabamos optando por vistarmos a bela Cachoeira do Quatrilho. É um conjunto de 3 cachoeiras, separadas por uma estreita passarela de pedra a qual se chega descendo uma mambembe escada de madeira semiapodrecida, Foi lá onde eu e a Lisana (até aquele momento apenas uma parceiríssima amiga) nos aventuramos a tomar banho nas gélidas águas.

Abaixo: chegando na Cachoeira do Quatrilho - pose a la Nara:























Visão superior da "língua de pedra" que separa a 2ª e a 3ª

Abaixo: Parte da turma em foto de "carões":



(o tempo não estava muito firme e fomos aconselhados pelo pessoal do parque a não ir até as Gêmeas Gigantes, pois poderia chover e o leito do rio encher muito. de qualquer maneira, após sairmos da Cachoeira do Quatrilho, o grupo decidiu ir em frente. porém, tínhamos que controlar o horário pois já era de tarde, o tempo não estava bom e não sabíamos o quanto tínhamos pela frente, esta trilha é autoguiada. em determinado momento, decidimos voltar mesmo não tendo alcançado o objetivo final. a galera ficou desapontada, mas o mais importante é a segurança de todos. aqui vai uma sugestão para o pessoal do parque, melhorar a estrutura com mais informações ao longo das trilhas como distâncias, etc.)
Na trilha de retorno, alguns de nós ficamos mais para trás e acabamos por ficar com a impressão de que havíamos errado o caminho. (aqui não posso deixar de registrar que a culpa foi minha!! acabei convencendo os meninos que não tínhamos passado por aquele caminho antes e que estávamos no caminho errado. engano meu, a partir deste episódio nunca mais sirvo de guia ou vou na frente de uma trilha!!) Mesmo assim não perdemos a alegria (foto abaixo). Eventualmente prosseguimos pela trilha e identificamos pontos de referência da ida.



















(o final da trilha reserva uma subida extremamente forte!! Haja fôlego para subir!! ao longo do tempo, vocês irão notar a minha aversão a subidas!!)
No início do retorno paramos no Hotel das Araucárias, para o tradicional forra-bucho. Quando lembramos de tirar a foto abaixo, já havia terminado quase tudo, hehehe

Apesar da frustação anterior, quando mais de 20 pessoas haviam se juntado e o tempo impediu a realização da trilha, considerei bem interessante esta viagem.


Agradeço de coração a parceria dos amigos presentes. Vocês são demais!

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Viagem nº 033 - Gramado - Natal Luz

Este passeio aconteceu num findi antes no Natal.
Pelo jeito, estava fora de mim por aceitar ir pra Gramado 4 dias antes do Natal. (baita prova de amor, porque eu ADORO Gramado e acho que ela fica ainda mais linda nesta época de Natal. Uma pena que seja tão freqüentada por turistas e excursões, fica uma muvuca). Nesse período a cidade costuma ser um inferno. Surpreendentemente, não foi isto que ocorreu. Havia algum movimento, mas tudo dentro do razoável.
Mas estou me adiantando.
Saímos pela manhã e fizemos um caminho diferente, passando por Morro Reuter, Santa Maria do Herval (e seus distritos Boa Vista do Herval e Alto Padre Eterno), chegando até Gramado.
Fomos direto para Canela e para o Alpen Park.




Lá encontrei o parque ampliado com algumas atraçoes interessantes (escalada e rappel) e outras nem tanto (O Mistério da Monga), hehehe.
Demos uma volta no trenó (bem divertido) (foi emocionante!! uma pena que é muito rápido, quando achei que tinha uma segunda rodada, já tava perto do final) e fomos pra Canela onde demos uma volta pela "Aldeia de Natal" da cidade. (achei meio pobre a decoração de Canela e pra mim na Aldeia de Natal deveria ter umas banquinhas com artesanato e gostosuras natalinas!!)

Nos deslocamos até Gramado (mais uma vez, eu ADORO esta cidade!! e ela estava linda!!), onde após uma rápido passeio por uma feirinha natalina fomos ao que considero que seja, talvez, o melhor restaurante do estado: Cantina Pastasciutta. (eu concordo!!)








Já fui várias vezes lá e não deixo de me deliciar com a comida de lá. Muito saborosa.




Após a janta demos uma boa caminhada pelas ruas principais de Gramado, apreciando as belezas da decoração natalina.




(tivemos a sorte de estar na rua bem a tempo de ver o “Acendimento da Árvore de Natal”, foi bem bonito, montaram uma grande árvore na rótula em frente ao hotel Serra Azul e num determinado horário, eles acendem as luzes e todas as árvores montadas na avenida também acendem. Apesar do susto com os fogos de artifício, achei bem lindo!)


(agradeço a companhia da minha irmã querida Gi e meu sobrinho amado Lucas)
A volta foi tranquila."