Bom, nossa viagem a Bento prometia muita aventura, mas eu não imaginava que seria tanto...
Pra começar, a nossa trilha em São Valentim exigia bastante esforço, dentro do rio em meio a pedras e troncos escorregadios, podemos denominá – la de “escalaminhada”. A cachoeira em formato de degraus que tivemos que escalar é fantástica. Uma pena não poder ficar mais tempo desfrutando desta maravilha. No final da trilha de ida, fomos recompensados pela cascata (será que tem o nome de São Valentim??). Linda e alta com todos os seus metros acima. Adoro água e não pude me conter em só olhar, comecei a ir em direção da queda dágua. Simplesmente, maravilhoso. Sentir a água batendo e fazendo aquela massagem em todo o corpo, não tem preço. Por mim, ficava muito mais por ali, mas tempo era algo escasso pois tínhamos toda a volta ainda. Ah, quase na chegada da cascata, fui pular umas pedras e senti meu joelho (na segunda descobri uma lesão no menisco! E eu nem jogo futebol!!). E a volta foi complicada!!
Me surpreendi com a pousada onde ficamos e aqui vale um destaque especial: móveis novos, lugar limpo, cama macia e chuveiro gostoso. Pousada do Chalé, recomendo.
À noite, no Ferrovia foi bem legal. Lugar bem aconchegante com uma música boa tanto nos DVD´s selecionados quanto para o setlist da banda. Destaque para a foto da Claudinha que deve sair em algum jornal da serra!!
No domingo, a alvorada foi bem cedinho pois o combinado era fazermos rapel. Fomos até o Morro Paradizo, que por causa da neblina não conseguimos ver as cidades ao redor. A espera pelos preparativos do rapel foi marcada literalmente pelos insetos em nossas pernas e as várias camadas de repelente. Eu e o Edu descemos primeiro pois ele ficou encarregado de tirar as fotos das outras pessoas. A descida foi tranqüila, o ínício sempre é complicado seja um rapel de 10m ou 90m. Este no caso era de 60m. E olha, eu realmente gosto desta sensação!! Adrenalina pura, o coração acelerado. Show de bola!!
O ruim é toda a espera no final. Destaque para a coragem da Tan, que tem medo de altura mas encarou super bem o paredão. Agradecimento especial ao Garbuio, Digo e Sandrinha que nos auxiliaram e guiaram nesta aventura.
Não menos aventurosa foi a trilha de retorno à base. Certamente, a mais roots que eu já fiz na minha vida. A terra solta, a falta de apoios e a trilha fechada dificultaram bastante a nossa subida, mas foi muito bom retornar.
Após, refeitos desta aventura, fomos comer na tal Osteria (afinal, o que é Osteria??). Ah, temos que voltar na “Estrada do Sabor” com mais calma. Tava bem gostoso, comidinha bem caseira e bem feitinha, um vinho delicioso era tudo o que eu precisava!! Bom, nem preciso dizer que falhei com os meus companheiros, a combinação de noite não durmida + vinho + barriga cheia me fez apagar. Acordei somente aqui em POA.
Enfim, o passeio foi muito bacana, os lugares visitados foram sensacionais e a companhia dos amigos, valeu muito.
Pra começar, a nossa trilha em São Valentim exigia bastante esforço, dentro do rio em meio a pedras e troncos escorregadios, podemos denominá – la de “escalaminhada”. A cachoeira em formato de degraus que tivemos que escalar é fantástica. Uma pena não poder ficar mais tempo desfrutando desta maravilha. No final da trilha de ida, fomos recompensados pela cascata (será que tem o nome de São Valentim??). Linda e alta com todos os seus metros acima. Adoro água e não pude me conter em só olhar, comecei a ir em direção da queda dágua. Simplesmente, maravilhoso. Sentir a água batendo e fazendo aquela massagem em todo o corpo, não tem preço. Por mim, ficava muito mais por ali, mas tempo era algo escasso pois tínhamos toda a volta ainda. Ah, quase na chegada da cascata, fui pular umas pedras e senti meu joelho (na segunda descobri uma lesão no menisco! E eu nem jogo futebol!!). E a volta foi complicada!!
Me surpreendi com a pousada onde ficamos e aqui vale um destaque especial: móveis novos, lugar limpo, cama macia e chuveiro gostoso. Pousada do Chalé, recomendo.
À noite, no Ferrovia foi bem legal. Lugar bem aconchegante com uma música boa tanto nos DVD´s selecionados quanto para o setlist da banda. Destaque para a foto da Claudinha que deve sair em algum jornal da serra!!
No domingo, a alvorada foi bem cedinho pois o combinado era fazermos rapel. Fomos até o Morro Paradizo, que por causa da neblina não conseguimos ver as cidades ao redor. A espera pelos preparativos do rapel foi marcada literalmente pelos insetos em nossas pernas e as várias camadas de repelente. Eu e o Edu descemos primeiro pois ele ficou encarregado de tirar as fotos das outras pessoas. A descida foi tranqüila, o ínício sempre é complicado seja um rapel de 10m ou 90m. Este no caso era de 60m. E olha, eu realmente gosto desta sensação!! Adrenalina pura, o coração acelerado. Show de bola!!
O ruim é toda a espera no final. Destaque para a coragem da Tan, que tem medo de altura mas encarou super bem o paredão. Agradecimento especial ao Garbuio, Digo e Sandrinha que nos auxiliaram e guiaram nesta aventura.
Não menos aventurosa foi a trilha de retorno à base. Certamente, a mais roots que eu já fiz na minha vida. A terra solta, a falta de apoios e a trilha fechada dificultaram bastante a nossa subida, mas foi muito bom retornar.
Após, refeitos desta aventura, fomos comer na tal Osteria (afinal, o que é Osteria??). Ah, temos que voltar na “Estrada do Sabor” com mais calma. Tava bem gostoso, comidinha bem caseira e bem feitinha, um vinho delicioso era tudo o que eu precisava!! Bom, nem preciso dizer que falhei com os meus companheiros, a combinação de noite não durmida + vinho + barriga cheia me fez apagar. Acordei somente aqui em POA.
Enfim, o passeio foi muito bacana, os lugares visitados foram sensacionais e a companhia dos amigos, valeu muito.

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