
A viagem para o Vale do Taquari começou mal, afinal foi cancelada no final de semana que estava previsto em função do mau tempo. E no dia em que foi remarcado, adivinhem?? Amanheceu chovendo, mas não o bastante para o cancelamento do passeio. E eu tinha virado a madrugada de sexta para sábado trabalhando, era véspera de um grande evento da minha empresa e fiquei finalizando uma apresentação para meu estimado ex diretor.
Esta viagem foi organizada pelos nossos amigos do Ecocaminhantes, “empresa” formada por três pessoas sensacionais que organizam trilhas e passeios muito bacanas. E foi através deles que conhecemos alguns dos nossos amigos. É certo que ouvirão falar muito deles neste blog.
Chegamos a Encantado no meio da manhã de sábado e fomos direto para o nosso abrigo. Lá conhecemos o “Brutus”, como carinhosamente apelidei o nosso guia. Uma figura pitoresca, guia local e proprietário do local. A casa onde nos hospedamos foi utilizada antigamente para os operários da linha férrea. Um lugar super aconchegante, com uma lareira no meio da sala, no meio do mato com a vista para o rio. Muito legal.
No sábado, fizemos a Trilha nos Trilhos do Trem e rumo à Cascata Subterrânea. Na trilha dos trilhos, passamos por pontes e viadutos a mais de 100 metros de altura, além de atravessar pelos túneis do trem. Locais com a distância de aproximadamente 1km, totalmente sem iluminação. O uso de lanterna é obrigatório para poder se guiar, ainda mais quando os túneis fazem a curva pelos morros. Sensação única. Antes de iniciar a primeira travessia, recebemos instruções do guia para se acaso o trem passasse: além de torcer para que isso não acontecesse, o ideal seria ir para bem próximo às paredes do túnel. Ai, que medo!! Era engraçado, o guia fazia a maior pose, indo na frente para nos alertar do possível trem e pedia que fizéssemos silêncio. Piada!!!
Depois, seguimos rumo a Cascata Subterrânea. Bom, o Edu pode falar melhor sobre esta trilha, pois eu não segui até o final. Contemplava água na altura da coxa e eu não estava preparada para isto.
Na volta à pousada, um jantar saboroso a nossa espera. E após a janta, um bate papo em volta da lareira. Extremamente agradável a companhia do Edu que até então era apenas um conhecido de trilha. Posso dizer que esta noite ficará para sempre na minha memória.
No domingo bem cedinho, antes de iniciar a trilha, alguns se aventuraram a fazer um alongamento com remo ministrado pelo ilustre Todeschini. Este senhor faleceu um tempo depois e qualquer dia destes dedico um post ele, contando um pouquinho que sei da sua história. Sobre o alongamento, eu não fiz, mas valeu pelas boas risadas.
Seguindo para a trilha, um passeio de bote nos aguardava para irmos em direção a Caverna do Severino. Trilha em estrada de chão, passando pelos vilarejos. Muito bacana quando nos deparamos com rotinas totalmente diferentes da nossa. Nesses locais parece que a vida passa mais devagarzinho.... O acesso para a caverna não era sinalizado e nosso guia também não alertou que haveria um desvio, resultado: as pessoas que ficaram mais para o final do percurso acabaram se perdendo no caminho e não chegando até a caverna. Como eu fazia parte do pelotão do meio, tive a sorte de conhecer a caverna. Bem legal, fica no alto de um morro, tem uma vista muito bacana da região, mas nada surpreendente. O desafio final da trilha era atravessar uma ponte de arame pelo rio.
Na volta à pousada, almoçamos e nos preparamos para a volta.
E se alguém perguntar pelo trem.... Eu não vi nem ouvi. Em minha opinião, fazem um cenário para deixar as trilhas mais emocionantes. Faz parte!!
Esta viagem foi organizada pelos nossos amigos do Ecocaminhantes, “empresa” formada por três pessoas sensacionais que organizam trilhas e passeios muito bacanas. E foi através deles que conhecemos alguns dos nossos amigos. É certo que ouvirão falar muito deles neste blog.
Chegamos a Encantado no meio da manhã de sábado e fomos direto para o nosso abrigo. Lá conhecemos o “Brutus”, como carinhosamente apelidei o nosso guia. Uma figura pitoresca, guia local e proprietário do local. A casa onde nos hospedamos foi utilizada antigamente para os operários da linha férrea. Um lugar super aconchegante, com uma lareira no meio da sala, no meio do mato com a vista para o rio. Muito legal.
No sábado, fizemos a Trilha nos Trilhos do Trem e rumo à Cascata Subterrânea. Na trilha dos trilhos, passamos por pontes e viadutos a mais de 100 metros de altura, além de atravessar pelos túneis do trem. Locais com a distância de aproximadamente 1km, totalmente sem iluminação. O uso de lanterna é obrigatório para poder se guiar, ainda mais quando os túneis fazem a curva pelos morros. Sensação única. Antes de iniciar a primeira travessia, recebemos instruções do guia para se acaso o trem passasse: além de torcer para que isso não acontecesse, o ideal seria ir para bem próximo às paredes do túnel. Ai, que medo!! Era engraçado, o guia fazia a maior pose, indo na frente para nos alertar do possível trem e pedia que fizéssemos silêncio. Piada!!!
Depois, seguimos rumo a Cascata Subterrânea. Bom, o Edu pode falar melhor sobre esta trilha, pois eu não segui até o final. Contemplava água na altura da coxa e eu não estava preparada para isto.
Na volta à pousada, um jantar saboroso a nossa espera. E após a janta, um bate papo em volta da lareira. Extremamente agradável a companhia do Edu que até então era apenas um conhecido de trilha. Posso dizer que esta noite ficará para sempre na minha memória.
No domingo bem cedinho, antes de iniciar a trilha, alguns se aventuraram a fazer um alongamento com remo ministrado pelo ilustre Todeschini. Este senhor faleceu um tempo depois e qualquer dia destes dedico um post ele, contando um pouquinho que sei da sua história. Sobre o alongamento, eu não fiz, mas valeu pelas boas risadas.
Seguindo para a trilha, um passeio de bote nos aguardava para irmos em direção a Caverna do Severino. Trilha em estrada de chão, passando pelos vilarejos. Muito bacana quando nos deparamos com rotinas totalmente diferentes da nossa. Nesses locais parece que a vida passa mais devagarzinho.... O acesso para a caverna não era sinalizado e nosso guia também não alertou que haveria um desvio, resultado: as pessoas que ficaram mais para o final do percurso acabaram se perdendo no caminho e não chegando até a caverna. Como eu fazia parte do pelotão do meio, tive a sorte de conhecer a caverna. Bem legal, fica no alto de um morro, tem uma vista muito bacana da região, mas nada surpreendente. O desafio final da trilha era atravessar uma ponte de arame pelo rio.
Na volta à pousada, almoçamos e nos preparamos para a volta.
E se alguém perguntar pelo trem.... Eu não vi nem ouvi. Em minha opinião, fazem um cenário para deixar as trilhas mais emocionantes. Faz parte!!
E se eu voltaria?? Acho que sim, o lugar é realmente belo e surpreendente, a pousada super bacana e aconchegante. Ponto negativo: trato do guia local.
E ao contrário do que começou, o passeio acabou muito bem, pontos positivos: conhecer lugares novos, fazer aventuras e me aproximar da minha paixão. Valeu muito a pena!!
Até a próxima trip...

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